segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Pequenas reflexões sobre o verbo amar.

Há alguns dias eu assisti à um filme que se chama Os Homens que não Amavam as Mulheres. Eu fiquei pensando sobre a categoria amar. O amor é um tanto quanto "relativo" para se fazer uma afirmação dessas... 

O filme é baseado no primeiro volume da Trilogia Millenium, escrita por Stieg Larsson, que se tornou fenômeno mundial de vendas. Durante o filme, ficou claro, o desamor às mulheres, apesar de não ter sido uma mulher que incentivou essa aversão à elas... 

Mas o que me faz ter inquietações é essa afirmação um tanto quanto forte sobre o amor.

O amor é tão diferente para cada um que sente. Dependendo de quem é "alvo do amor", ele se adapta rapidamente e de uma maneira completamente diferente.
Acho que não existe uma receita para o amor, nem para muitas outras coisas. O amor é o sentimento abstrato que mais se faz presente de forma concreta nas nossas vidas. Uns dizem que matam por amor, outros que são capazes de morrer por ele. Mas o amor, é sentimento ou é de carne e osso? 

Acho que é mais difícil falar de amor porque não existe uma forma concreta de explicá-lo ou exemplificá-lo. Existe o amor dos apaixonados, dos solitários, das mães, dos amigos, dos cristãos, dos medrosos e até mesmo dos irritados. 

No fundo, acho que o amor é isso, é o não saber de cor, é o duvidar, o questionar, o inquietar. 

Se for assim, eu amo amar. 

"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?
Fernando Pessoa

(per)seguidores

No Google+