A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: “Nós somos a soma das nossas decisões”.Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar “minha vida”.Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços…Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o autoconhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua!Pedro Bial
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Escolhas de uma vida...
Doug Funny e Confissões de Adolescente
Em uma sexta feira, daquelas que a gente não tem o que fazer e simplesmente zapeia pelos canais de TV, redescobri minha infância. (:
Me deparei com "Oi, eu sou o Doug". Fiquei tão feliz, tão feliz!
Acho que foi o melhor desenho que assisti quando era criança.
Sempre escrevendo em seu diário, sonhando ser o super-herói O Homem Codorna, vivendo eternas aventuras com seu fiel amigo Costelinha e o seu amigo Skeeter, sua paixão secreta por Patti Mayonnaise, além do seu inimigo, Roger, o valentão da escola.
A imaginação de Doug reage a várias situações de sua vida, o ajudando a superar seus medos. Acho que é por isso que sempre gostei dele.
Aqui tem um vídeo da Abertura.
Nesse mesmo dia, em seguida, assisti Confissões de Adolescentes.
Produção brasileira baseada nos diários de quatro irmãs - Maria Mariana, Déborah Secco, Georgiana Góes e Daniele Valente adolescentes na época -, falando de maneira franca sobre temas polêmicos como aborto, doenças sexualmente transmissíveis, drogas, relacionamento com os pais, menstruação, namoro, problemas de saúde, conflitos profissionais e outros assuntos do universo adolescente. Elas acabam descobrindo como superar, aprender e crescer nessa fase tão difícil, para finalmente se tornarem mulheres.
Fonte: O Mundo de Elizzz
Bons tempos...
Ah, Confissões de Adolescente passa nas sextas, 18h e Doug passa de segunda a sábado, 17h30 na TV Cultura, filiada à TV O Povo, canal 48.
Quem viver verá.
Ele
Conheci ele no Terço do Jovens, mas não falei com ele desde o início. Só fui falar depois, quando os veteranos eram responsáveis pelo acolhimento. Lembro que fomos ficando amiguinhos em 2008.
Ele é uma boa pessoa e nossa amizade foi crescendo aos poucos, sem muitos detalhes. Tornamo-nos bons amigos. Não sabia exatamente como esse laço começou, mas a cada encontro ele se fazia mais especial.
Com o tempo algumas coisas em comum nos deixaram mais próximos. Eu pude o conhecer melhor e até me conhecer melhor. E ele sempre falava: "Nada é por acaso, tudo é providência". À medida que o tempo foi passando nós fomos brigando e se resolvendo. Brigando mais e se resolvendo de novo... E nosso relacionamento seguiu esse ritmo de dança. Acho que posso afirmar que temos uma amizade mais forte e meio despreocupada com a preocupação, eu diria.
Às vezes fico em dúvida se sou uma boa amiga pra ele... Mas nós temos conseguido nos adaptar ao outro, com nossos limites, nossas esperas e nossa paciência.
Ele é uma boa pessoa e nossa amizade foi crescendo aos poucos, sem muitos detalhes. Tornamo-nos bons amigos. Não sabia exatamente como esse laço começou, mas a cada encontro ele se fazia mais especial.
Com o tempo algumas coisas em comum nos deixaram mais próximos. Eu pude o conhecer melhor e até me conhecer melhor. E ele sempre falava: "Nada é por acaso, tudo é providência". À medida que o tempo foi passando nós fomos brigando e se resolvendo. Brigando mais e se resolvendo de novo... E nosso relacionamento seguiu esse ritmo de dança. Acho que posso afirmar que temos uma amizade mais forte e meio despreocupada com a preocupação, eu diria.
Às vezes fico em dúvida se sou uma boa amiga pra ele... Mas nós temos conseguido nos adaptar ao outro, com nossos limites, nossas esperas e nossa paciência.
Desde então, passamos por algumas fases: a época do ciúme - que eu sentia em particular -; do desprezo, que ele achou que eu merecia; e até da cor que nós permitimos dar a essa amizade. Todas elas foram necessárias e são peculiaridades nossas.
Feliz dia teu! Muita maturidade e aprendizados na vida.
Feliz dia teu! Muita maturidade e aprendizados na vida.
Te amo, bobo.
Assinar:
Postagens (Atom)

